Um achado: a moda local como sinônimo de exclusividade

Atualizado: 15 de Dez de 2020

Se originalidade é o que te faz comprar uma peça de roupa, investir na moda local deve ser sua regra de consumo. Esse nicho do mercado sabe perfeitamente como entregar exclusividade e qualidade. Como e porque isso acontece te contamos aqui!


Fast fashion: bom demais para ser verdade

A produção em massa predomina o mercado da moda atualmente, sendo consumida principalmente pela classe C, representada por 52% da população brasileira. Esse método de venda intitulado fast fashion é o responsável por padrões de estilos, criando uma dificuldade em se destacar em meio a multidão, ou seja, mais da metade da população. Mas isso nem é o pior.


Essas redes, com suas promessas de tornar a moda mais acessível por meio de preços baixos e entregar tendências rapidamente, além de criarem a sensação de que todos estão vestindo o mesmo, montam todo seu império em cima de impactos ambientais, por conta da baixa qualidade do produto que é facilmente descartado, e também da mão de obra barata e desgastante, equivalente a um trabalho escravo de seus funcionários.


Slow fashion: verdadeiro demais para não ser bom

A melhor forma de desviar do caminho que todos estão seguindo é nadar contra a maré e aqui o ‘contra a maré’ tem nome e sobrenome: slow fashion. Nascido justamente para contrapor o modelo de negócio das fast fashions, o slow é, antes de tudo, uma maneira de consumir com consciência socioambiental. Entretanto, a exclusividade nas peças também está em seu cerne e vem como um bônus.

Na asa do slow fashion temos as marcas locais que criam pensando em um público mais específico, respeitando a mão de obra, o tempo e o valor monetário de toda a cadeia de produção (e deixando tudo claro para seus clientes). A moda local não segue as tendências passageiras das fashion weeks e é justamente o que a torna tão única. Essa singularidade toda é capaz de te deixar na moda, mas não aquela que parece que todos vestem.


Moda local te dá AAASAS

As amarras do fast fashion fazem com que você siga automaticamente todas as tendências que surgem, pois são elas que ficam disponíveis à venda. Isso cria uma dificuldade em definir seu estilo e cria inconscientemente um mandato de: agora você veste o hype que eu mando.


A produção local te liberta dessa amarra, mesmo com um número reduzido de peças disponíveis (explicamos isso no tópico abaixo!). Isso acontece porque existe uma liberdade do consumidor na escolha dos produtos locais e um esforço maior dos produtores de serem criativos, mostrando que aquele item vendido ali tem mais de mil possibilidades de uso.


Quando menos realmente é mais

O número reduzido de peças em uma marca local é muito comum, o que torna as peças mais exclusivas. Nesse meio de produção é comum não trabalhar com um estoque e sim com a produção conforme a demanda - então a peça realmente é feita pensada em você.


Aqui a quantidade reduzida garante a qualidade do produto. Tal prática une sustentabilidade com originalidade, pois uma vez que não existe uma produção em massa, a poluição com os materiais têxteis são menores e esses poucos itens produzidos e vendidos são o que mantém a individualidade da marca e de quem a usa.


Fala que eu te escuto (com exclusividade)

A exclusividade de marcas locais também se dá no atendimento e atenção especial com o cliente. Aqui no Achado, por exemplo, é muito fácil você entrar em contato conosco e ter a Cami, estilista da marca, respondendo e interagindo com você!

Um atendimento exclusivo resulta também em ouvir verdadeiramente o consumidor final. Se você fala direto para o estilista algo que deu errado com sua compra, a chance de um conserto efetivo e de melhora nas próximas experiências são maiores, pois você está falando com quem realmente coloca a mão na massa para a marca acontecer.



Consumir da moda local é um exercício de cuidado com o mundo e de originalidade com quem você é e a mensagem que você quer transmitir com suas roupas. É comprar com a sensação de que cada peça é singular e tem personalidade. É, definitivamente, um Achado.


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